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Como abrir conta bancária nos Estados Unidos sem ser residente: Chase, Wells Fargo e Bank of America

Olayoyin Olorunmota

ÍNDICE

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Uma conta bancária nos Estados Unidos torna muito mais fácil gerir rendimentos internacionais. Dá-lhe uma conta em USD com dados de encaminhamento ACH que a maioria das plataformas de freelancing, sistemas de processamento salarial e clientes internacionais consegue pagar diretamente, sem custos de conversão no momento em que recebe. O problema para quem não é residente é que os grandes bancos norte-americanos foram pensados para quem vive nos EUA, e os processos para abrir conta bancária nos Estados Unidos refletem isso.

Este guia reúne os requisitos para abrir conta bancária nos Estados Unidos como não residente no Chase, no Wells Fargo e no Bank of America: o que cada banco lhe pede de facto, onde falham para quem não tem morada nos EUA e uma alternativa prática se não conseguir cumpri-los.

Num relance: que banco se adapta a cada situação

Banco É preciso ir ao balcão? Pedem morada nos EUA? Pedem SSN?
Chase Por vezes, depende dos documentos Sim, com comprovativo Não, em alguns casos aceitam um número fiscal estrangeiro
Wells Fargo Sim, sempre Sim, com comprovativo de morada nos EUA Não, um número fiscal estrangeiro pode bastar
Bank of America Sim, com marcação num balcão Sim, morada postal nos EUA e morada no estrangeiro Não, aceitam o FTIN
Grey Não, tudo online Não, sem morada nos EUA Não é pedido

A morada nos Estados Unidos é o maior obstáculo para a maioria dos não residentes. Os três grandes bancos pedem-na. Se não tiver uma, as suas opções nestes bancos são limitadas, por mais completa que esteja a restante documentação.

Chase Bank

O Chase é o maior banco dos Estados Unidos em ativos e o que tem a maior rede de balcões. Em geral, os não residentes podem abrir conta no Chase e, em alguns casos, até online, mas só se tiverem documentos emitidos nos EUA para confirmar a morada e a identidade. Se a sua morada e a sua identificação forem estrangeiras, terá de ir a um balcão.

Quem pode abrir conta

O Chase aceita não residentes com uma morada residencial válida nos EUA. Quem divide o ano entre os EUA e outro país e tem lá um imóvel costuma ser o melhor candidato. Sem morada norte-americana, o processo complica-se, porque o pedido online do Chase exige um campo de morada nos EUA que não aceita uma morada estrangeira.

Documentos necessários

  • Passaporte válido com fotografia, que é o seu documento de identificação principal.
  • Comprovativo de morada nos EUA: uma fatura de serviços, um extrato bancário ou um contrato de arrendamento em seu nome numa morada norte-americana. É aqui que a maioria dos não residentes sem imóvel no país fica pelo caminho.
  • Um número de identificação fiscal. O Chase costuma pedir um TIN norte-americano (número de Segurança Social ou ITIN), embora em alguns casos aceite um número fiscal estrangeiro. Confirme com o balcão antes de ir.

Tipos de conta disponíveis

O Chase disponibiliza contas à ordem (checking) e contas poupança para não residentes. Uma conta à ordem básica é o ponto de partida mais acessível: dá-lhe dados de encaminhamento ACH, cartão de débito e acesso ao homebanking e à app do Chase. A Chase Total Checking é a opção de entrada habitual. Segundo a página do Chase, tem uma comissão mensal de 15 USD, que não paga se receber pelo menos 500 USD em depósitos eletrónicos elegíveis, mantiver 1 500 USD ou mais no início de cada dia, tiver um saldo médio de 5 000 USD ou mais nesta conta ou em contas associadas, ou associar esta conta a uma conta à ordem elegível. Sem depósitos de salário vindos dos EUA, pagará os 15 USD até cumprir uma destas condições.

Antes de ir

Se tiver de ir a um balcão, ligue antes para confirmar que ali abrem contas a não residentes, porque nem todos conhecem bem o processo. Leve todos os documentos em original, não fotocópias.

Wells Fargo

O Wells Fargo exige uma deslocação presencial a um balcão nos EUA para qualquer abertura de conta de não residentes; não existe opção online. É o mais exigente dos três em termos logísticos, embora a documentação pedida seja muito semelhante.

Quem pode abrir conta

Os não residentes podem abrir conta no Wells Fargo, mas têm de o fazer presencialmente num balcão nos EUA. Os funcionários do banco explicam-lhe os requisitos concretos na marcação. Tal como no Chase e no Bank of America, precisa de uma morada residencial nos EUA e de um comprovativo dessa morada.

Documentos necessários

  • Passaporte válido ou documento oficial de identificação com fotografia; o passaporte é a opção preferida.
  • Comprovativo de morada nos EUA: uma fatura de serviços, um extrato bancário ou um contrato de arrendamento. Tem de ser uma morada física nos EUA, não um apartado.
  • Um número de identificação fiscal norte-americano ou o equivalente estrangeiro. Preferem um TIN dos EUA, mas aceitam alguns números fiscais estrangeiros. Confirme que número o seu país emite antes de ir.

Tipos de conta disponíveis

O Wells Fargo disponibiliza contas à ordem e contas poupança normais para não residentes. A Everyday Checking costuma ser o ponto de partida: permite depósitos diretos e inclui cartão de débito e acesso à rede de balcões e multibancos do Wells Fargo. Tem uma comissão mensal de 15 USD, que evita com um saldo diário mínimo de 1 500 USD, 500 USD ou mais em depósitos eletrónicos elegíveis, se o titular principal tiver entre 17 e 24 anos, ou com 5 000 USD ou mais em saldos de depósitos ou investimentos elegíveis. Sem depósitos de salário vindos dos EUA, o normal é pagar a comissão mensal, a menos que mantenha o saldo mínimo.

Antes de ir

O Wells Fargo é o menos transparente dos três quanto aos requisitos para não residentes. Ao contrário do Bank of America, que publica uma lista de requisitos no seu site, a informação do Wells Fargo pouco mais diz do que os funcionários o vão ajudar quando chegar. Na prática, os requisitos mudam de balcão para balcão e de funcionário para funcionário.

A consequência prática: ligue para o balcão específico antes de ir, descreva a sua situação com rigor (país de residência, tipo de visto, se tiver, e documentos que leva) e pergunte diretamente se ali abrem contas a não residentes. Se a pessoa que o atender não tiver a certeza, peça para falar com o gerente. Um funcionário mal informado pode recusá-lo mesmo que o balcão consiga abrir a conta. Como a deslocação presencial é obrigatória e a sua viagem aos EUA pode ser curta, vale a pena fazer esta chamada antes de marcar o que quer que seja.

Bank of America

O Bank of America tem um programa próprio para clientes internacionais e é, provavelmente, o mais estruturado dos três. Publica critérios de elegibilidade concretos, pede dois documentos de identificação e disponibiliza uma lista de documentos que deixa mais claro o que esperar do que nos outros bancos.

Quem pode abrir conta

Segundo a página do Bank of America para profissionais internacionais, os requisitos são:

  • Ter uma morada física onde reside.
  • Não ser cidadão dos EUA.

O programa destina-se a pessoas que não são cidadãs norte-americanas, como estudantes internacionais e profissionais que trabalham nos EUA.

Documentos necessários

O Bank of America pede dois documentos de identificação (um principal e um secundário), uma morada nos EUA e outra no estrangeiro, e um número de identificação fiscal, se o tiver.

Identificação principal (um destes):

  • Passaporte estrangeiro, com ou sem visto norte-americano
  • Cartão de residente permanente dos EUA (com fotografia)
  • Documento de autorização de trabalho (com fotografia)

Identificação secundária (um destes):

  • Carta de condução estrangeira com fotografia ou carta de condução dos EUA
  • Cartão de débito ou cartão de crédito principal com logótipo Visa ou Mastercard
  • Cartão de crédito de uma cadeia de lojas conhecida a nível nacional
  • Identificação diplomática do Departamento de Estado dos EUA
  • Cartão de eleitor mexicano (com fotografia)

Identificação fiscal:

  • Um número de identificação fiscal estrangeiro (FTIN) emitido por um país que não os EUA. O Bank of America não exige SSN para abrir conta; o SSN ou o ITIN só são indicados se já tiver um.

Comprovativo de morada

Como não residente, tem de indicar uma morada física no estrangeiro e uma morada postal nos EUA. Prepare documentos que comprovem ambas e pergunte no balcão quais aceitam.

Tipos de conta disponíveis

O Bank of America disponibiliza três opções principais para não residentes na gama Advantage Banking: SafeBalance (sem descobertos e com uma estrutura simples), Advantage Plus (mais flexível e com mais funcionalidades) e Advantage Relationship (a mais completa, com benefícios de relação). Para a maioria de quem abre a primeira conta, a SafeBalance ou a Advantage Plus são o ponto de partida mais prático. A SafeBalance tem uma comissão mensal de 4,95 USD, que não paga se mantiver um saldo diário mínimo de 500 USD, se o titular tiver menos de 25 anos ou se estiver no BofA Rewards com nível Preferred Plus ou superior. A Advantage Plus custa 12 USD por mês, que não paga com pelo menos um depósito direto de 250 USD ou mais por mês, um saldo diário mínimo de 1 500 USD ou o nível Preferred Plus ou superior do BofA Rewards. Se ainda não consegue receber depósitos diretos dos EUA, conte com um custo entre 4,95 e 12 USD por mês.

Antes de ir

Faça marcação num centro financeiro do Bank of America antes de ir. O banco tem serviços de interpretação em mais de 206 línguas, por isso a língua não é um obstáculo. Como pede dois documentos de identificação, o que é mais exigente do que no Chase e no Wells Fargo, prepare o principal e o secundário antes da visita.

Precisa de um número de Segurança Social?

Nenhum dos três bancos exige aos não residentes um número de Segurança Social (SSN), mas os três pedem algum tipo de identificação fiscal. Estas são as diferenças:

Número O que é Para quem
SSN Número de Segurança Social emitido pela Social Security Administration dos EUA Cidadãos norte-americanos e trabalhadores autorizados; na maioria dos casos indica autorização de trabalho
ITIN Número de Identificação Individual de Contribuinte emitido pelo IRS Não residentes que não podem obter um SSN mas precisam de declarar impostos nos EUA ou abrir certas contas
FTIN Número de identificação fiscal emitido pelo seu país de origem Aceite pelo Bank of America e por alguns balcões do Chase como alternativa a um TIN norte-americano

Estudantes internacionais: se estiver nos EUA com visto de estudante e trabalhar através da universidade ou de um programa de estágio, a sua universidade pode ajudá-lo a pedir o SSN. Se não tiver autorização de trabalho mas tiver rendimentos sujeitos a imposto (uma bolsa, por exemplo), talvez precise de um ITIN. Confirme a sua situação fiscal antes de ir a qualquer banco.

Como pedir um ITIN

Se precisar de um ITIN para abrir a conta, o processo funciona assim, segundo o IRS:

  • Formulário W-7. Preencha o Formulário W-7, o pedido de Individual Taxpayer Identification Number. Pode descarregá-lo gratuitamente em PDF no site do IRS e, em regra, tem de o juntar à sua declaração de impostos federal.
  • Documentos de identificação. Tem de enviar documentos originais ou cópias certificadas juntamente com o W-7. O passaporte estrangeiro é o único documento aceite sozinho; caso contrário, pode combinar outros, como um cartão de cidadão e uma certidão de nascimento estrangeira. O IRS publica a lista completa nas instruções do W-7.
  • Entrega. Envie o W-7, os documentos e a declaração aplicável para o IRS Austin Service Center, no Texas, ou entregue-os presencialmente num Taxpayer Assistance Center do IRS, num posto VITA com serviços de ITIN, junto de um Certifying Acceptance Agent ou de um Acceptance Agent. Os Certifying Acceptance Agents podem autenticar os seus documentos para que não tenha de enviar os originais pelo correio.
  • Prazo. O IRS indica que demora cerca de 7 semanas a informá-lo sobre o estado do pedido, ou 9 a 11 semanas se o fizer na época de impostos (de 15 de janeiro a 30 de abril) ou a partir do estrangeiro. Tenha isto em conta se tiver um prazo para abrir a conta.

O verdadeiro obstáculo para não residentes: a morada nos EUA

Os grandes bancos norte-americanos pedem uma morada no país a quem quer abrir conta bancária nos EUA. Este requisito existe porque as regras bancárias dos EUA obrigam os bancos a verificar a identidade dos clientes com uma morada conhecida, e uma morada estrangeira, por si só, não cumpre os seus processos de conformidade.

Na prática, abrir conta num banco tradicional é simples para quem já passa muito tempo nos EUA: estudantes internacionais com alojamento universitário, profissionais com visto de trabalho e a morada do empregador ou viajantes frequentes com imóvel no país. Para quem vive fora dos EUA e recebe em USD de clientes ou plataformas, o processo é mais difícil e muitas vezes obriga a uma viagem aos EUA só para abrir a conta.

É esta lacuna que torna uma conta Grey uma alternativa prática para muitos não residentes.

Como ter uma conta em USD sem morada nos EUA

A Grey dá-lhe uma conta em USD sem pedir morada nos EUA, TIN norte-americano nem deslocação presencial. Abre a conta online, recebe um número de conta e um número de encaminhamento ACH dos EUA e, depois de a conta ser verificada, pode começar a receber pagamentos em USD da Upwork, da Payoneer, de clientes internacionais e de sistemas de processamento salarial globais. A conta não tem comissão mensal e nunca terá de pôr os pés nos Estados Unidos. Os dados da conta em USD da Grey são disponibilizados pelo Lead Bank; a Grey é uma empresa de tecnologia financeira, não um banco.

É assim que a Grey se distingue de uma conta bancária tradicional nos EUA:

Característica Banco tradicional dos EUA (Chase/WF/BofA) Grey
Morada nos EUA Sim, obrigatória Não
Deslocação presencial Sim (WF, BofA) ou por vezes (Chase) Não, tudo online
SSN ou ITIN Muitas vezes sim, ou número fiscal estrangeiro Não
Número de encaminhamento ACH em USD Sim Sim
Saldo em USD Sim Sim
Contas em GBP e EUR Não Sim, incluídas
Cartão para pagamentos Cartão de débito (físico) Cartão virtual (Visa ou Mastercard, consoante o seu país), compatível com Apple Pay e Google Pay
Conversão para a moeda local Transferência bancária com a taxa de câmbio do banco Conversão na app com taxas de câmbio competitivas

A maior diferença está na abertura. Uma conta num banco tradicional dos EUA rende mais quando já está estabelecido no país: constrói historial de crédito, tem a proteção total de depósitos da FDIC e acede a toda a oferta financeira norte-americana. A Grey é mais adequada se ganha em USD, GBP ou EUR mas vive na Nigéria, no Gana, na Índia, no Quénia ou noutro mercado fora dos EUA: recebe, guarda e converte o seu dinheiro quando quiser, sem precisar de morada norte-americana.

Se vai avançar com um banco tradicional: dicas práticas

  • Ligue antes: confirme os documentos pedidos ligando para o balcão específico. Os requisitos podem variar entre balcões do mesmo banco, e uma viagem em vão sai cara se for aos EUA só para abrir a conta.
  • Vá a horas calmas: é mais provável conseguir abrir a conta quando o balcão está calmo. As manhãs de segunda-feira e as tardes dos dias úteis costumam ter menos espera e mais tempo para pedidos fora do habitual.
  • Leve contexto: se tiver universidade, empregador ou imóvel nos EUA, leve documentos que mostrem essa ligação ao país. Nem sempre é obrigatório, mas ajuda o funcionário a perceber o seu caso e reduz o risco de uma recusa imediata.
  • Conheça o seu número fiscal estrangeiro: os três bancos aceitam números fiscais estrangeiros, pelo menos em alguns casos. Saiba que número o seu país emite (em Portugal é o NIF, atribuído pela Autoridade Tributária e Aduaneira; no Brasil, o CPF, emitido pela Receita Federal) e leve o documento original.
  • Faça marcação antes de viajar: se for aos EUA por outros motivos e quiser aproveitar para abrir conta, marque o atendimento no balcão antes de chegar, em vez de aparecer sem aviso.

Que opção lhe convém

Se já está nos EUA ou tenciona viajar: vale a pena tentar o banco tradicional. Uma conta no Chase, no Wells Fargo ou no Bank of America dá-lhe acesso a toda a infraestrutura bancária do país, historial de crédito, proteção da FDIC, Zelle, transferências bancárias e uma relação financeira que ganha valor quanto mais tempo lá passar. O Bank of America tem o programa para não residentes mais estruturado e é, provavelmente, o ponto de partida mais claro.

Se vive fora dos EUA e recebe em USD de clientes ou plataformas internacionais: a Grey dá-lhe uma conta em USD operacional, com dados de encaminhamento ACH, sem ter de viajar para os Estados Unidos. Não é o mesmo que uma conta bancária norte-americana completa, mas para receber em USD como não residente resolve exatamente o que precisa.

Abrir conta bancária nos Estados Unidos sendo estrangeiro é mais viável do que muita gente pensa, desde que escolha a opção certa. Se procura uma forma mais simples de receber pagamentos em USD sem ir aos EUA, abra a sua conta Grey ou descarregue a app. Fica com dados de conta nos EUA para receber dinheiro de clientes, empregadores e empresas de todo o mundo.

Última atualização:

October 14, 2026

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Como receber pagamentos da Etsy em Portugal em dólares (USD)

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Portugal tem uma comunidade criativa muito ativa. A Etsy, um mercado global para empreendedores criativos, permite a quem faz parte desta comunidade vender peças artesanais únicas, artigos vintage e materiais de artesanato. Para os vendedores portugueses, é uma forma de chegar a milhões de compradores em todo o mundo.

Neste guia, mostramos passo a passo como receber pagamentos da Etsy em Portugal em dólares (USD) com a Grey.

Porque devem os vendedores portugueses usar a Etsy

A Etsy é uma das plataformas preferidas de compradores e vendedores, por várias razões:

  • Alcance global: pode chegar a milhões de compradores em todo o mundo que valorizam produtos artesanais e vintage.
  • Grande variedade de categorias: a Etsy tem espaço para quase todos os nichos criativos.
  • Comunidade de apoio: a Etsy reúne uma rede de vendedores e compradores que apreciam o trabalho manual e a criatividade.

Como receber pagamentos da Etsy em Portugal com a Grey

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Criadores de conteúdo e freelancers brasileiros: como trabalhar para o exterior

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Em 2013, um jovem do Piauí publicou um vídeo de paródia no YouTube. Era cru, engraçado e sem filtro, mas tocou as pessoas. Em poucas semanas, Whindersson Nunes, então um adolescente que morava numa casa simples no interior do Piauí, viralizou. Alguns anos depois, ele já era um dos criadores de conteúdo brasileiros de maior sucesso, com milhões de seguidores em várias plataformas e um público no mundo todo acompanhando cada esquete, vlog e show de stand-up.

A história do Whindersson virou referência para uma nova geração de freelancers, criadores de conteúdo e empreendedores digitais brasileiros que querem trabalhar para o exterior e estão abrindo o próprio espaço no cenário global.

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A ascensão do talento brasileiro na economia gig global

O Brasil sempre foi conhecido pelo que exporta de cultura: samba, futebol e Carnaval. Agora, uma mudança mais silenciosa está em curso. Com talento, criatividade e um celular na mão, os criadores de conteúdo brasileiros estão entrando na economia digital global em número recorde. Seja o designer gráfico de Curitiba, o editor de vídeo do Recife ou a ilustradora de Salvador, muitos freelancers estão conquistando clientes e públicos fora do país, e prosperando.

Alguns fatores explicam esse crescimento:

  • Plataformas digitais como Upwork, Fiverr e Behance facilitaram como nunca a vida dos profissionais brasileiros que querem mostrar o trabalho e encontrar clientes no Reino Unido, nos Estados Unidos e em outros países.
  • O trabalho remoto virou regra, não exceção, e abriu portas que antes ficavam fechadas por causa da distância e do idioma.
  • Uma cultura criativa vibrante, feita de resiliência e inovação, dá aos criadores brasileiros uma voz própria, que conversa com um público global que valoriza autenticidade.

Quebrando barreiras e estereótipos

Apesar do boom da economia dos criadores no Brasil, o caminho nem sempre foi fácil. Barreiras de idioma, dificuldade para receber pagamentos e a falta de acesso a serviços bancários internacionais sempre pesaram para quem quer ser freelancer para o exterior e crescer lá fora.

Mas isso está mudando rápido.

Plataformas de pagamento como a Grey, a Wise e a Payoneer estão ajudando freelancers a receber em moeda estrangeira com mais facilidade. O bilinguismo cresce entre os profissionais mais jovens, e muita gente está investindo no inglês para se vender melhor no exterior. E, com as ferramentas de IA e os serviços de tradução, nem o idioma é mais um obstáculo definitivo.

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Talento local, clientes globais

Pense na Roberta, motion designer de Belo Horizonte. Há três anos, ela trabalhava numa agência local, quase sempre ganhando mal e sobrecarregada. Hoje, é freelancer em tempo integral e cria vídeos explicativos animados para startups de tecnologia de Berlim, Toronto e Melbourne. Ela conta que não precisou sair do Brasil para ter uma carreira global: leva a criatividade brasileira para projetos internacionais, e os clientes adoram.

A história da Roberta é cada vez mais comum. Os freelancers brasileiros estão sendo muito procurados pelo estilo ousado, pela capacidade de adaptação e pelo olhar afiado para tendências sociais, principalmente em conteúdo digital, design e marketing.

O que vem por aí para a classe criativa do Brasil?

Com inflação, instabilidade econômica e um mercado de trabalho em transformação no Brasil, trabalhar para o exterior como freelancer deixou de ser só uma válvula criativa e virou uma escolha econômica inteligente. Ganhar em moedas mais fortes, como o euro ou o dólar, pode melhorar bastante as perspectivas financeiras de alguém sem que essa pessoa precise sair de casa.

O mercado global quer perspectivas novas, e os criadores brasileiros estão respondendo com estilo, humor e autenticidade.

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Quer entrar nessa? Veja como começar a trabalhar para o exterior morando no Brasil

  1. Monte um portfólio: no Instagram, no Behance ou no seu próprio site, mostre do que você é capaz.
  2. Use plataformas globais: cadastre-se em sites de freelancer, mas também participe de comunidades de nicho ligadas à sua área.
  3. Invista no seu inglês: mesmo um nível básico pode fazer muita diferença na hora de fechar trabalhos internacionais.
  4. Automatize a parte chata: use ferramentas para cuidar de invoices, contratos e pagamentos, e foque no que você faz de melhor: criar.

O mundo está de olho, e o Brasil está pronto

Da ascensão do Whindersson no YouTube aos milhares de freelancers que constroem impérios em silêncio, do próprio quarto, o Brasil transborda energia criativa ainda pouco aproveitada. O mundo está começando a perceber, e o futuro parece global, promissor e brilhantemente brasileiro.

Pronto para levar seu trabalho para o mundo? Abra hoje sua conta gratuita na Grey para receber pagamentos internacionais em USD, EUR ou GBP, com uma plataforma financeira pensada para freelancers como você.

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Como receber pagamentos da Amazon no Brasil

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2 min de leitura

Se você ganha dinheiro com a Amazon no Brasil, precisa de uma forma prática e confiável de receber seus pagamentos. Vendedores, afiliados e freelancers que recebem da Amazon podem usar a Grey para gerenciar esses pagamentos de um jeito simples.

Neste guia, mostramos como receber pagamentos da Amazon no Brasil: como configurar e gerenciar os repasses de vendedor para ter transações rápidas, seguras e com tarifas mínimas.

Como funcionam os pagamentos da Amazon?

A Amazon paga os vendedores por meio de um sistema estruturado, que garante transações seguras e dentro do prazo. Depois das vendas, seus ganhos são enviados para a conta bancária que você escolheu, de acordo com o calendário de pagamentos da Amazon. Veja um resumo de como funciona:

  1. Receita de vendas: a Amazon desconta as tarifas do marketplace, os reembolsos e outras cobranças antes de enviar o seu pagamento
  2. Calendário de pagamentos: os pagamentos são feitos a cada 14 dias, mas podem atrasar dependendo da situação da sua conta ou das condições do marketplace.
  3. Moeda: a Amazon paga os vendedores na moeda local do marketplace onde vendem, o que pode gerar tarifas de conversão em contas comuns de bancos brasileiros.
  4. Dados bancários: para receber os repasses, você precisa vincular uma conta bancária no Amazon Seller Central, e dá para fazer isso facilmente com a sua conta Grey.

Passo a passo para receber pagamentos da Amazon no Brasil

Abrir uma conta Grey é o primeiro passo para organizar seus pagamentos da Amazon no Brasil. Veja como:

  1. Cadastre-se: acesse o site da Grey ou baixe o app para criar uma conta gratuita.
  2. Verifique sua identidade: conclua o cadastro para ter contas virtuais em várias moedas, como USD, GBP e EUR.
  3. Gere os dados da conta: use esses dados para vincular sua conta Grey ao Amazon Seller Central.

Como configurar seus repasses no Amazon Seller Central

Com a conta Grey pronta, vincule-a ao seu perfil no Amazon Seller Central. Siga estes passos:

  1. Faça login no Amazon Seller Central.
  2. Vá em Settings > Account info > Payment info > Bank Account info.
  3. Escolha Add new deposit method ou Replace existing details.
  4. Selecione a moeda do seu marketplace da Amazon e informe os dados da sua conta Grey.
  5. Confirme a conta, se a Amazon pedir. Isso costuma levar alguns dias.

Vantagens de usar a Grey para receber como vendedor da Amazon

Com a Grey, vendedores brasileiros da Amazon contam com ferramentas financeiras pensadas para pagamentos internacionais:

  • Contas em várias moedas: receba em USD, GBP ou EUR e evite tarifas de conversão desnecessárias.
  • Câmbio competitivo: converta seu dinheiro para real (BRL) com taxas transparentes e de baixo custo (confira as tarifas da Grey).
  • Transferências rápidas: tenha seus ganhos em mãos mais rápido do que no sistema bancário tradicional.
  • Flexibilidade: mantenha o dinheiro em moedas estrangeiras ou saque para contas locais quando precisar.

Como aumentar seus ganhos como vendedor da Amazon

Algumas dicas para aproveitar melhor seus pagamentos da Amazon:

  • Mantenha os fundos na moeda do marketplace: use as carteiras multimoeda da Grey para evitar perdas com a conversão imediata.
  • Acompanhe o câmbio: converta seus ganhos para BRL quando a cotação estiver favorável e compare com o câmbio dos bancos.
  • Organize suas finanças: use o app intuitivo da Grey para acompanhar transações, gerenciar moedas e planejar suas finanças.

Comece a receber pagamentos da Amazon no Brasil hoje

Com a Grey, receber pagamentos da Amazon no Brasil é simples e direto. Deixe de lado a burocracia dos bancos tradicionais e tenha acesso rápido aos seus ganhos, tanto se você já vende há tempo quanto se está começando agora. Pronto para começar? Cadastre-se na Grey agora e assuma o controle dos seus pagamentos da Amazon!

Conta multimoeda para expatriados: como administrar várias moedas no Brasil com a Grey

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2 min de leitura

O Brasil é o quinto maior país do mundo e ocupa metade da área da América do Sul. O país também tem uma comunidade de expatriados em crescimento, atraída por setores em alta e por um estilo de vida único. Para esses expatriados, porém, administrar várias moedas pode ser um desafio.

Aqui você vai ver como a conta multimoeda da Grey facilita a vida de quem precisa administrar várias moedas como expatriado no Brasil. Assim, você aproveita o jeito brasileiro de viver sem se preocupar com câmbio ou tarifas escondidas.

Por que administrar várias moedas é essencial para o expatriado no Brasil

Morar no Brasil como expatriado costuma significar lidar com moedas diferentes. Veja por que organizar bem o câmbio faz diferença:

  • Despesas locais em reais: do aluguel e do supermercado ao transporte e ao lazer, a maior parte dos gastos do dia a dia no Brasil é paga em real (BRL).
  • Renda e economias em moeda estrangeira: muitos expatriados ganham em USD, EUR ou GBP e precisam converter dinheiro com frequência para gastar no Brasil.
  • Fugir de tarifas altas: os bancos tradicionais costumam cobrar tarifas pesadas e oferecer câmbio desfavorável, o que pesa no seu orçamento.

A Grey oferece uma solução prática para administrar várias moedas, sem o estresse dos bancos tradicionais.

Como a Grey facilita a gestão de moedas no Brasil?

A Grey foi criada para atender expatriados que lidam com finanças internacionais. Veja como:

1. Abra uma conta multimoeda

Com a Grey, você cria contas virtuais em USD, EUR e GBP e recebe pagamentos nessas moedas com facilidade. A conta em USD é fornecida pelo Lead Bank. Siga estes passos para começar:

  • Cadastre-se na Grey: entre no site da Grey ou baixe o app e crie sua conta.
  • Confirme sua identidade: envie seus documentos de identificação para uma verificação rápida e segura.
  • Abra suas contas: depois da verificação, você pode solicitar contas em dólar americano, no Reino Unido ou em euro para receber seus pagamentos em moeda estrangeira.

Com essas contas, você recebe pagamentos do exterior ou transfere dinheiro sem depender de bancos tradicionais caros.

2. Converta para real com câmbio competitivo

Com a Grey, dá para converter para real (BRL) a moeda estrangeira que você recebe, com taxas de câmbio competitivas, o que costuma sair mais barato do que nos bancos tradicionais. Veja como:

  • Entre na sua conta Grey e vá até a área de conversão.
  • Escolha a moeda que quer converter e informe o valor.
  • Confira a cotação em tempo real e confirme a operação.
  • Em seguida, saque os reais direto para sua conta bancária no Brasil.

Esse recurso ajuda muito o expatriado que precisa pagar contas no Brasil e mantém a renda em moeda estrangeira.

3. Gaste com praticidade usando o cartão virtual da Grey

O cartão virtual em dólar da Grey deixa a gestão do seu dinheiro ainda mais prática:

  • Compras online: compre em sites internacionais, pague assinaturas como a Netflix ou reserve viagens sem se preocupar com problemas de conversão.
  • Sem tarifas escondidas: com os preços transparentes da Grey, você não é pego de surpresa por cobranças extras.

Vantagens da Grey para o expatriado no Brasil

A Grey traz várias vantagens para quem administra várias moedas:

  • Flexibilidade: mantenha saldo em USD, EUR e GBP e converta para BRL quando precisar.
  • Economia: evite tarifas de conversão altas e câmbio desfavorável.
  • Praticidade: cuide das suas finanças a qualquer hora pelo app ou pelo site da Grey.
  • Segurança: os recursos de segurança da Grey protegem seu dinheiro e suas transações.

Dicas para o expatriado organizar as finanças no Brasil

  • Acompanhe o câmbio: use a cotação em tempo real da Grey para converter nos melhores momentos.
  • Faça o orçamento em reais: acompanhe seus gastos em real para não gastar demais nem precisar converter toda hora.
  • Economize nas tarifas: evite custos desnecessários usando a Grey para converter moedas diretamente.

Simplifique a gestão de várias moedas com a Grey

A Grey é uma forma simples e econômica de administrar várias moedas, converter dinheiro e fazer transações no Brasil e no exterior.

Abra sua conta multimoeda na Grey hoje e cuide das suas finanças de expatriado no Brasil sem dor de cabeça.

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Nômade digital no Brasil: como administrar dólar, euro e real

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2 min de leitura

O Brasil tem tantas culturas e jeitos de viver que, toda vez que visito um estado novo, me sinto uma estrangeira descobrindo outro país. E olha que eu sou brasileira.

Com florestas, sertão, pantanal e mais de 7.000 quilômetros de praias paradisíacas, nossas paisagens são tão diversas quanto a nossa gente. Por isso entendo muito bem por que tanta gente escolhe ser nômade digital no Brasil, vivendo a aventura de um país continental, onde cada região traz um contraste diferente.

Mas, como alguém que mora no Brasil e recebe em dólar há anos, também conheço o lado menos glamouroso de lidar com várias moedas vivendo aqui. Então, se você é nômade digital no Brasil e ainda está descobrindo como administrar moedas estrangeiras e o real (BRL), escrevi este artigo pensando em você.

A seguir, conto os truques do dia a dia, as ferramentas e as dicas de câmbio que fazem tudo funcionar.

Leia também: Como receber pagamento em dólar no Brasil do jeito mais rápido

Como receber em moeda estrangeira

Vamos começar pelo básico. A maioria dos nômades digitais que trabalham no Brasil recebe em USD, EUR ou GBP, muitas vezes por meio de plataformas que pagam em dólar. Olhando o câmbio, é uma ótima notícia: hoje, US$ 1 vale mais de R$ 5. Só que isso também significa que a sua renda vive num universo financeiro diferente daquele em que você passa o dia a dia.

A primeira grande decisão é: onde o meu dinheiro cai? Se você ainda recebe pelo PayPal ou pela Wise direto em reais, provavelmente está perdendo mais do que imagina com taxas e câmbio ruim. É por isso que tantos nômades no Brasil usam uma conta multimoeda.

Quando e como converter dólar para real

Depois que você começa a receber em moeda estrangeira, o próximo desafio é decidir como e quando converter para real. Tem quem converta tudo na hora. Outros mantêm o dinheiro em USD ou EUR pelo maior tempo possível, esperando uma cotação melhor ou usando essa moeda para pagar despesas internacionais.

Eu faço um pouco dos dois. Uso a Grey para guardar o que recebo em dólar (a conta em USD é fornecida pelo Lead Bank) e converto valores diferentes para real quando preciso abastecer minha conta no Brasil. Assim, não sou obrigada a converter tudo de uma vez nem numa cotação cara.

Algumas coisas que ajudam:

  • Use alertas de câmbio: fico de olho na cotação USD/BRL e converto quando o dólar está mais favorável para mim.
  • Não converta tudo de uma vez: se você vai ficar no Brasil por muito tempo, uma hora vai precisar de mais reais. Mas converter aos poucos dá mais controle e flexibilidade.
  • Divida suas despesas: tento gastar em dólar sempre que posso (assinaturas, softwares, alguns voos) e uso real só para a vida local (mercado, aluguel, pagamentos por Pix etc.). Um cartão virtual em dólar facilita muito as compras online no exterior. Pago em dólar e nem preciso pensar no câmbio.

Entrando no ritmo do Pix

Com os reais na mão, é hora de viver como brasileiro. E isso significa aprender a amar o Pix, o sistema de pagamentos instantâneos do Brasil. Você vai usar para tudo: pagar o aluguel, dividir a conta no bar, dar gorjeta ao motorista do Uber ou comprar um cafezinho na padaria da esquina.

A maioria dos nômades digitais envia reais da conta multimoeda para uma conta bancária brasileira. A partir daí, é Pix para tudo.

Dicas rápidas:

  • Alguns bancos digitais deixam você começar sem CPF (o cadastro de pessoa física da Receita Federal, que também aceita estrangeiros), mas ter um ajuda muito.
  • Confira sempre as tarifas de transferência e as cotações ao usar aplicativos internacionais. Algumas plataformas cobram mais do que parece.
  • Se você vai ficar no Brasil por alguns meses, abrir uma conta em banco local pode economizar dinheiro e facilitar a vida.

O desafio de viver entre dois mundos financeiros

Ninguém conta isso antes de você chegar: para quem é nômade digital no Brasil, administrar duas moedas ao mesmo tempo é meio como fazer malabarismo. Você vive conferindo saldos, comparando cotações e tentando não ficar sem real na conta num feriadão.

Mas a gente pega o jeito. Depois de alguns meses, você vai saber exatamente quando converter, quanto manter em moeda estrangeira e quanto deixar na conta brasileira para os boletos e o dia a dia.

E, com o tempo, vai sentir que tem o melhor dos dois mundos: o poder de ganho do USD, EUR ou GBP e a liberdade e a beleza de morar no Brasil.

O segredo é a flexibilidade

Não existe sistema perfeito para administrar moedas estrangeiras e reais como nômade digital no Brasil, mas existem jeitos mais inteligentes de fazer isso. O segredo é a flexibilidade. Com as ferramentas certas, você decide quando converter, como gastar e como proteger sua renda de taxas desnecessárias.

Se você ainda está se organizando, recomendo de verdade experimentar a Grey. É muito simples de usar e foi pensada para quem vive e trabalha entre países. Você pode abrir uma conta grátis e ver como tudo fica mais fácil.

Morar no Brasil é uma aventura intensa e linda. E, com a estratégia financeira certa, fica ainda melhor.

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